
SOBRE
Lucas Estevan Soares
BIOGRAFIA
Por que estamos conversando?
Lucas nasceu em Curitiba em 1990, vivendo toda a infância e adolescência no Boqueirão, um dos maiores bairros da capital paranaense. Em 2007 iniciou a carreira de ator, integrou a companhia de teatro Teatratividade e, dirigido por Reikrauss Benemond, atuou em diversos espetáculos teatrais no sul do Brasil.
Mudou-se para o Rio de Janeiro em 2009 e ingressou no bacharelado de Cinema da Universidade Estácio de Sá. No ano seguinte dirigiu e roteirizou seu primeiro filme, Kabbalah, um média-metragem de caráter experimental. Depois vieram os curtas-metragens Ausência de Nós e The Airport Date. Com este último participou de festivais dentro e fora do país, como o Arouca Film Festival 2012, creditado no evento como “Terminal 2”.
Após 2 anos de Rio emigrou para os Estados Unidos. Nesse mesmo 2011, em Los Angeles, filmou Passaporte dos Sonhos, com atores de 10 nacionalidades e falado em 5 idiomas, no qual o diretor e roteirista também participou como ator. Recebeu uma proposta de trabalho para gravar nas Filipinas, aceitou, e transferiu-se para a Ásia.
No sudeste asiático realizou Ends Meat (em Manila), Bojou (Nagoia, Japão) e o documentário De um Novo Fernando para o Brasil (Ilhas Phi Phi, Tailândia). Na Oceania, em Melbourne, Austrália, filmou "Alegorias de Nós", no qual novamente atuou.
Lucas reuniu as obras Ausência de Nós, The Airport Date, Passaporte dos Sonhos, Ends Meat, Bojou, De um Novo Fernando para o Brasil e Alegorias de Nós e lançou um novo produto, intitulado Trilhos Independentes. Atravessou 2012 e 2013 viajando por países da Europa, África e América Latina exibindo seus filmes e compartilhando suas ideias e experiências relativas ao cinema independente em diversas mostras e festivais como no 56º Café Com Filmes (CCFilmes 2012), em Portugal, no 10º Oberá en Cortos Film Festival, na Argentina, e na 12ª Mostra do Filme Livre (MFL 2013), no Brasil.
Em outubro de 2012 Lucas Estevan Soares fundou em Curitiba a empresa produtora de audiovisual International House of Cinema (IHC). Passou a produzir vídeos comerciais, como a homenagem da Volvo ao Dia do Marinheiro, e a colaborar com a cena musical local, como na parceria com P.A & P.H ou integrante da banda Rap Acústico.
Nesse período, em 2014, casou-se com Rhaissa Gonçalves, que se tornou sua sócia na IHC e também divide com Lucas a função de produtora.
Dois anos depois, o IHC lançou o curta Special Delivery, rodado em Roma, Itália, da diretora Andrea Traina. Por sua atuação ganhou o prêmio de “Melhor Ator de Curta-Metragem” no Premio Nazionale Musa D'Argento, realizado na Sicília em 2016. Também em 2016, Lucas produziu e dirigiu o documentário "Café em Leves Devaneios".
A primeira experiência musical de Lucas ocorreu de forma espontânea quando o rapper francês Gwad o convidou para colaborar na gravação da música "Pas a Plaindre" em 2012, logo após uma das exibições do seu projeto Trilhos Independentes em Clermont Ferrand. Essa experiência marcou o início de uma jornada musical paralela, que complementou o trabalho que Lucas sempre realizou no audiovisual. Desde então, ele tem desempenhado um papel ativo na criação das trilhas sonoras de todos os seus projetos cinematográficos.
No seu estilo principal, Lucas se dedica ao Hip Hop, mas também explora uma vertente eclética de Indie/Folk com influências da MPB, que ele tem explorado e incorporado ao seu repertório musical.
Em 2017 a IHC abriu em Miami (EUA) sua segunda unidade, passando a atender também o mercado daquele país. Lançou neste ano dois curtas realizados em 2011, "Twisted Lines", filmado em Nova York, e "Portraits in the Water", rodado em Singapura. Em 2021 a empresa criou uma distribuidora para comercializar principalmente produções próprias.
A repercussão do clipe “#Boquera”, lançado em 2018, motivou o início dos trabalhos em uma ideia surgida em 2014, a produção de um longa-metragem com um carro de telemensagens no centro da trama e o bairro Boqueirão como pano de fundo.
O filme, financiado com recursos da IHC (sem apoio de programas públicos de incentivo) ao estilo cinema de guerrilha, foi gravado no final de 2019, com a pós-produção ocorrendo no ano seguinte, já durante a pandemia de covid-19. Em 2022 o primeiro longa de Lucas Estevan Soares, que além de dirigir, roteirizar e atuar também compôs e participou da produção do filme e da trilha sonora, percorreu o circuito nacional e internacional de festivais de cinema, sendo bem recebido pela crítica geral (incluindo ser chamado em Cannes (França) de “grande exemplo do novo cinema popular brasileiro”) e premiado em Houston (EUA), Moscou (Rússia) e no Espírito Santo. Coração de Neon fez sua estreia no circuito comercial brasileiro em 9 de março de 2023.
O que proponho? (3 caminhos possíveis)
Proposta 1 — Parceria Comercial & Mídia (entrada imediata)
Apoio na venda e captação dos projetos de 2026.
Acesso a executivos de TV/streamers para fechamento de deals.
Mídia e PR do Omelete para elevar percepção, fandom e reputação das obras.
Presença oficial na CCXP para lançamentos, ativações e painéis.
Uso do comercial Omelete para cotas e patrocínios.
Benefício para a Omelete:
Expandir a atuação no audiovisual com títulos fortes, prontos e com storytelling pop.
Proposta 2 – Sociedade em IPs Selecionados (2026–2027)
Proposta: O Omelete entra como coprodutor-investidor em IPs estratégicos, ampliando distribuição, fandom e potencial de franquia.
Hoje, existem quatro IPs perfeitos para integração Omelete + IHC:

"Coxa Branca, a virada alviverde" — Série Documental (2 temporadas)
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Time campeão da Série B voltando à elite do futebol.
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Drama real, gestão contemporânea, acesso inédito aos bastidores.
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R$ 3.5M já comprometidos + venda de cotas + abertura para distribuição global.
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É um conteúdo perfeito para se tornar franquia esportiva anual, no estilo All or Nothing.
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Sid — Série de ficção (1 temporada)
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História do jovem centimilionário que decide realizar o sonho de ser ator.
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Narrativa contemporânea, estética pop, linguagem jovem.
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R$ 2.9M já captados de verba privada para a primeira temporada (T1).
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Grande potencial de fandom, memes, cultura digital e expansão transmídia.
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Esse é um IP com DNA 100% alinhado ao Omelete:
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universo jovem, cultura pop, celebridade, lifestyle e narrativa aspiracional.
Por que esses 4 IPs formam um pacote perfeito para a Omelete:
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Diversidade de público: esporte · ficção pop · narrativa urbana · universo já amado
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Potencial de franquia e expansão anual
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Alinhamento estético ao público da CCXP
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Capacidade de virar painéis, ativações, produtos e fandom
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Economicamente sustentáveis (parte já financiada e outras aprovadas)
Proposta 3 – Equity (visão de longo prazo)
Integração estratégica: transformar a IHC na divisão de filmes da Omelete.
Com isso, criamos a expansão natural do que você já construiu:
Pipeline constante de cinema, séries e documentários;
Produção recorrente com selo de confiança CCXP;
Monetização cruzada entre eventos + mídia + audiovisual;
Posicionamento único como o maior estúdio independente pop do país.
O que a IHC entrega em 2026 (já na mesa)

Coritiba – série documental
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2 Temporadas (6 a 8 eps)
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R$ 3.5M já comprometidos + cotas abertas + 50% de IP disponível.

Sid – série de ficção
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1 temporada (6 a 8 eps)
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R$ 2.9M já captados.
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Estética pop e linguagem moderna.

Coração de Neon X – longa-metragem
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Spin-off do IP pronto Coração de Neon.
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Aprovado em R$ 5.7M + R$ 2M FSA.

Te Ensino a Ficar Rico Rápido – longa-metragem
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R$ 7M aprovados
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Convite a Vladimir Brichta.

Coração de Neon – longa-metragem pronto
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CAF de R$ 0,15.
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Conceito testado e público orgânico — perfeito para relançamento em escala.

Meu amigo hippie – documentário
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Narrativa emocional, global e universal.

IPs adicionais em desenvolvimento
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Terry
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Alfajor Argentino
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Roleta Russa do Milhão
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@ETbr
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Neanderthal
Por que você, Pierre?
Você resolve hoje tudo que limita meu crescimento:
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acesso direto a executivos de TV/streamers;
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acesso a elenco global;
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palco e hype da CCXP para lançamentos;
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PR, imprensa, social e podcasts do Omelete;
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força comercial para captação e venda;
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credibilidade institucional para transformar IP em franquia.
A soma é perfeita.
Próximos passos:
Temos três portas de entrada, na velocidade que você quiser:
Parceria comercial imediata.
Coprodução em IPs selecionados.
Entrada em equity.
Quero que você seja meu parceiro de mesa para construir o estúdio pop que o Brasil ainda não tem.


